Na última quinta-feira estreou o espetáculo Vestir os Nus, texto do italiano Luigi Pirandello, adaptado pelo meu querido Hayaldo Copque. Este é o trabalho de formatura em direção teatral de Ísis Barreto, a capricorniana mais determinada que conheço. Tive o prazer de ser sua orientadora, … Leia mais →
Arqvs. por Categoria: Sacerdócio
O último gole na festa do Jardim
Foi uma delícia. Às vezes eu me via perdida, embevecida em sensações tão diversas ao ver aqueles seres possuírem, transformarem, transmutarem algo que outrora foi apenas meu, fruto do desespero de quem é viciada em viver o momento. Entendi também muito sobre estar com atores … Leia mais →
Sobre nosso acampamento de férias
Estamos na penúltima apresentação do intento artístico mais divertido que o Teatro Saladistar já ousou fazer até hoje, e ainda não fiz uma reflexão sobre o masaico que se formou tão incrivelmente fascinante diante dos meus olhos. Lembro que a redatora-sênior do Ratoeira Cênica, Enoe … Leia mais →
O Jardim e o Loop
Não há dúvidas. A Amanda dramaturga e a Amanda encenadora são duas pessoas distintas. Lembro-me perfeitamente da criação do último quadro d’O Jardim Secreto. Nele, ao som da música Luíza (Tom Jobim), cantada por Chico Buarque, a personagem Inês se declara em súplica para a … Leia mais →
Do lugar
Talvez anos 80. Vintage, não quero compromisso com reconstrução histórica. Cabe quase tudo nos anos 80, há a nostalgia de todas as eras ali. Há uma rebeldia romântica que gira em torno das duas. Há toda uma poluição visual própria da juventude. O sofá é … Leia mais →
O meu Jardim Secreto
Essa é só a primeira reflexão sobre um tema que será deveras recorrente nos dias que virão. Taí um novo caminho. Já repeti algumas vezes essa história, mas não custa nada registrá-la no meu jardim. Há anos atrás, esse ano completa-se o 5º aniversário, fiz … Leia mais →
Indo embora da fronteira
Parece que é isso então. Sinto-me como Morfeu, que repetiu desesperadamente que conhecia o Escolhido porque seu coração lhe respondia com fé. Eu repito incansavelmente que não existem escolhas aleatórias, porque não há futuro aleatório, portanto também não há coincidência em encontro algum. Eu fui … Leia mais →
Pros meninos que brincam no rio
Basta uma corrente de plástico para que um pacto sagrado seja feito. As gentes do mundo querem acreditar. Dizer sim é a escolha primeira. O não vem com a dúvida alheia. A desconfiança não nasce do coração. Fico olhando aqueles rostos que experenciam a mágica … Leia mais →
Pio Triste
Sou eu, sou eu O nauta que viaja incauto Na parte da lua em breu Fui eu, fui eu Fugi do páramo sem asas Pra ter um firmamento meu No rio do meu coração Flui o medo Flui a paixão Meu céu … Leia mais →

Sobre a experiência que vivi em Breve, do Teatro da Queda
Escrevi esse texto em 11 de Agosto de 2011. O mundo girou, girou e girou e ele ainda está fresquinho como se tudo tivesse sido anteontem. E agora respira para o mundo, finalmente. __ Não tenho vontade de julgar o mérito artístico de Breve, último … Leia mais →