O lugar está às escuras. Sussurros crescem até que frases tomem corpo e peso, em um tom que torne impossível o ignorar. Com as frases vem a música, acordes de violoncelo, sopro de acordeon e um ar romântico de dois séculos atrás, do início dos primeiros parques de diversões, um som que lembre maçã do amor dividida por dois, viagem de carrossel.
As luzes revelam pouco a pouco uma estreita passarela, que leva a um jardim secreto de árvores espinhosas e espessas, de verde oliva e carmesim, cujos frutos são pedaços de espelhos. É ali que ela chega, a mulher com um pequeno baú que lembra uma caixa de música. Não parece ouvir as frases que se estendem como reminiscências diante de quem ouve. O jardim brilha e revela recantos inexplorados quando suas sombras são clareadas por uma luz quente e latina. A mulher com o baú se senta no centro do jardim, ela conhece o lugar, aquele jardim é dela. Ali ela revela seus delírios, lembranças, angústias, vontades. O jardim, as árvores do jardim e seus frutos-espelhos são o seu diário.
Posso ser bem radical quando se trata do meu sacerdócio. Meu suor é feito de veneno viansatãnico. Não é por dinheiro, não é por moda, não é por profissão. Já se misturou a mim no nível celular, molecular, atômico. Não há que se entender nada os forasteiros, não me interessa os olhos esbugalhados de quem […]
Lumus, nosso primeiro espetáculo, será um daqueles marcos históricos que já nos são tão peculiares, e nem por isso menos grandioso. Após mais de 2 anos juntos, completaremos um ciclo, que se iniciou no ano passado e todas as perguntas filosóficas que nos impomos, e todas as respostas religiosas que obtemos. Lumus será a chegada […]
Sobre isso
O lugar está às escuras. Sussurros crescem até que frases tomem corpo e peso, em um tom que torne impossível o ignorar. Com as frases vem a música, acordes de violoncelo, sopro de acordeon e um ar romântico de dois séculos atrás, do início dos primeiros parques de diversões, um som que lembre maçã do amor dividida por dois, viagem de carrossel.
As luzes revelam pouco a pouco uma estreita passarela, que leva a um jardim secreto de árvores espinhosas e espessas, de verde oliva e carmesim, cujos frutos são pedaços de espelhos. É ali que ela chega, a mulher com um pequeno baú que lembra uma caixa de música. Não parece ouvir as frases que se estendem como reminiscências diante de quem ouve. O jardim brilha e revela recantos inexplorados quando suas sombras são clareadas por uma luz quente e latina. A mulher com o baú se senta no centro do jardim, ela conhece o lugar, aquele jardim é dela. Ali ela revela seus delírios, lembranças, angústias, vontades. O jardim, as árvores do jardim e seus frutos-espelhos são o seu diário.
Do Caos, meu tumblr
05/18/12
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Curvilínea (Publicado com o Instagram)
05/17/12
Que saia pela boca aquilo que é sujo porque é santo.
Théâtre des Vampires: CUPRUM (by TeatroSaladistar)
05/15/12