Sono
Quando a procurava em minha mente via seus olhos em mim. Vivi durante tempos vendo a mim mesmo dentro de sua alma.
Hoje vejo outro, outros, outras, e não sou mais centro do mundo. Hoje quero te conhecer, e vejo que mal me conheço, que mal me conhecem, que mal os conheço.
O sono chega sorrateiro e pesado. Sou alvejado por sonos sem sonho, lembranças escondidas em vagões de trem que rumam a um destino incerto.
Sobre este texto
Você está lendo “Sono,” uma postagem do blog Topo do Vento
- Publicado em:
- terça-feira, janeiro 17th, 2012 às 2:55
- Autor:
- Victor Dimondes
- Categoria:
- Garganta
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